Terça-feira, 12 de Abril de 2011

 

Nunca meus olhos viram

criatura tão bela como tu,

nem homem nem mulher cuja beleza

me confundisse e comovesse tanto!

Só uma vez, em Delos, junto do altar de Apolo,

vi qualquer coisa de parecido:

um ramo de palmeira... a subir para o céu!


Odisseia, em Imagens da Poesia Europeia I, David Mourão-Ferreira


tags:

publicado por sol às 17:29 | link do post

mais sobre mim
Maio 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


posts recentes

Da tradução

Fantasia

Naquele tempo

Quatro versos em Maio

Esconjuro

a tranquilidade de alma

...

Evocando um amigo morto

Ulisses a Nausicaa

Tormento

Do ciclo da areia

Respirar

Intervalo

arquivos
tags

ciclodaareia

desteoutono

diasplanos

homero

séneca

sobosteuspésaterra

sophia

tradução

todas as tags

Feeds
Creative Commons License
Estou no blog.com.pt - comunidade de bloggers em língua portuguesa